Cuidar de si é uma decisão política: por que o autocuidado em saúde mental de mulheres líderes ainda assusta?

Você já ouviu que “mulher forte não precisa de ajuda”?

Talvez essa frase tenha soado como elogio em algum momento. Mas, para muitas mulheres em posições de liderança, ela ecoa como exigência silenciosa, constante e injusta.

Na velocidade em que vivemos, enquanto você entrega resultados, sustenta equipes, acolhe pessoas e mantém mil esferas da vida funcionando, o primeiro elemento a sair da sua agenda é sempre o mesmo: você.

E quando finalmente tenta se priorizar, a culpa aparece.

Mas existe uma verdade que ninguém contou para você:

Cuidar de si não é luxo. É estratégia. E, sobretudo, é um ato político.

Quando uma mulher escolhe se cuidar, ela não está apenas fazendo algo “por bem-estar”. Ela está rompendo com sistemas inteiros que lucram com sua exaustão. Ela afirma que não aceita mais liderar a qualquer custo. Ela inaugura uma nova narrativa sobre sucesso — uma que inclui corpo, limites e saúde emocional.

“Eu posso até continuar cuidando de tudo. Mas desta vez, não abrindo mão de mim.”

Mas por que o autocuidado feminino ainda incomoda?

Porque ele revela fissuras profundas em um modelo de liderança construído para que a mulher seja funcional, desde que silencie suas dores.

Cuidar de si incomoda porque:

  • ao parar, ela deixa de girar as engrenagens da produtividade cega;
  • ao dizer “não”, é vista como instável;
  • ao estabelecer limites, é julgada como “difícil”;
  • ao adoecer, dizem que fraca.

Mas talvez o problema nunca tenha sido a mulher.

Talvez o que esteja doente seja o próprio sistema social e de liderança que nos foi entregue: Um modelo que valoriza comando sem escuta, entrega sem pausa, perfeccionismo, e resultados acima de tudo.

Um novo pacto: o cuidado como estratégia de potência

Ao contrário do que tentaram nos ensinar, o cuidado não é frágil. É radical.

Cuidar de si é o gesto mais profundo de permanência e reconstrução. É o ponto de partida para uma liderança mais ética, sustentável e humana.

Significa saber os próprios limites, dar nome às emoções, acolher silêncios e sim, pedir ajuda sem culpa.

E é isso que o Ela Lidera propõe

Um espaço seguro, estruturado e baseado em ciência. Criado para mulheres que já carregaram o mundo nos ombros e agora querem carregar a si mesmas, com mais leveza, consciência e responsabilidade emocional.

Um lugar para que você lidere sem se perder.

Você já fez muito por todos. Agora é tempo de fazer por você.

A lista de espera para o Ela Lidera já está aberta. Poucas vagas.

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